Oh! Como sofro!!Sim, porque eu devo ter feito
cocô na cruz e/ou
strep tease na Santa Ceia e/ou
picado cebola nas Tábuas da Lei pra passar por tudo o que eu passo.
Desculpe se estou fugindo do tema desse blog de confessar coisas pra contar pepinos, mas eu preciso desabafar com alguém e, pelo menos, o computador escuta (eu acho).
Estava eu ontem felicíssimo por voltar ao trabalho após uma semana de "férias forçadas" e achei que todo mundo ia me paparicar um pouquinho. Doce ilusão!
Todo mundo me olhava torto e eu não entendi porque. Sentei onde eu sempre sento e conversei um pouco com o meu encarregado (perguntei sobre os atestados, se entregava pra ele ou não), tá, daí batei uma hora e ele entrou. Não deu nem 5 segundos uma mulher, a A..., virou pra mim e fez a seguinte pergunta: "
E aí, Fernando, tens alguma explicação?" eu, tolo,
achando que ela tava falando sobre meu desaparecimento repentino respondi: "
Quatro dias de internação." Aí ela debulhou que vieram cobrar a cesta que foi dada pra encarregada (cuja "vaquinha" eu organizei) com a nota num
valor beeeem menor do valor que eu disse que a cesta custou. Na hora minha ficha não tinha caído do que ela quis dizer (não sei se pelos remédios anti-depressivos de me deixaram com o raciocínio um pouco lerdo) mas depois fui falar com ela. Falei o que tinha acontecido, que eu falei com uma moça (ela rebateu dizendo que eu falei com um cara) e que ela tinha me apresentado algumas possibilidades de cestas. Eu peguei uma no valor arrecadado
e não a mais barata como ela tinha dito que eu pedi.Depois de decidir uma com ela eu me lembrei que a aniversariante tinha mencionado gostar muito de vinho, então pedi uma com vinho. O pagamento seria feito na entrega da cesta e todos viveriam felizes para sempre. Só que assim que eu desliguei o telefone ( eu liguei de um orelhão), conferi na carteira e vi que o dinheiro que eu tinha não daria pra pagar naquele dia, sábado,
eu tinha deixado as moedas em casa. Voltei até o orelhão (no caminho de volta encontrei a J... com uma amiga, minha "cunhadinha"), liguei de volta e pedi se eles poderiam cobrar isso na segunda porque
faltava dinheiro de algumas pessoas, a moça disse que tudo bem. Note bem :"
faltava dinheiro de algumas pessoas" e "
não algumas pessoas não pagaram" como a A... me falou. Mandei ela ligar pra telemensagem e ele confirmou que a cesta enviada era de R$50,00. Foram cobrar segunda como o combinado mas eu não estava na fábrica, foi quando
eu fui internando. O motoboy entregou a nota e algumas pessoas viram o valor da cesta, diferente do valor que eu tinha dito. Ok, concordo que até aqui as
evidências mostram que eu teria desviado o restante do dinheiro como a A... sugeriu, apoiada pela vagaloura (a S... do MST). Fiquei chocado com isso, todo mundo me acusando
sem sequer vir me perguntar o que aconteceu. Exeto
três pessoas. Todos as pessoas que eu achava que eram meus amigos (incluindo um que eu considerava quase um pai) pra meu desgosto me viraram a cara sem sequer me ouvir, exeto três pessoas, repito. Duas delas, eu tinha citado os nomes porque essas são amigas de verdade, mas a pedido delas eu retirei. Desculpe minha indescrição, M... e V... Elas disseram que mesmo durante o bafafá que se armou enquanto eu estava hospitalizado tinham certeza que eu jamais faria um troço desses, ou seja, sabem que eu sou inocente sem que eu precise provar pra elas; já a I... foi a única que veio me perguntar o que de verdade tinha acontecido. A única. Mas ainda assim não acreditou em mim. Depois que eu falei pra ela ela disse que na hora não acreditou que eu fiz aquilo, mas as
evidências tinham convencido ela. E eu que pensei que tinha amigos...
De primeiro eu quis gritar a minha inocência aos quatro ventos, mas quer saber?
SE FODA! Eu disse pra A... se ela tem tanta certeza que eu fiz isso (e eu disse que o nome disso é
estelionato, é crime e dá cadeia),
ela que ligasse pra polícia. Quando ela ligou pra telemensagem comigo junto que eu falei com o dono e dei a minha versão, ela perdeu a cabeça e, numa
cena ridícula diga-se de passagem,
me expulsou do lugar onde ela trabalha.
O que eu tenho a dizer é: eu não fiz isso.
Eu sei disso, se você acredita em mim, obrigado, você me conhece de verdade; mas se não, eu não preciso de você então tome no ...