quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Olá, meu segundo post aqui. Queria ter feito isso antes, mas como não tenho computador próprio ainda (mas vou ter, acabei de ganhar um).
Bom, hoje vou confessar uma coisa mais ou menos chocante. Bom, todo mundo tem suas loucuras, né, eu eu não sou diferente (por que seria?). O fato é que, como muita gente, eu também tenho certas fantasias. Resolvi confessar aqui depois de ler um trecho de "cem escovadas antes de ir para a cama". Como você pode ver no meu orkut eu não tenho nada contra homosexualismo (o que não me torna gay, que fique bem claro) e uma das minhas fantasias erótica tem justamente a ver com isso: queria poder assistir uma suruba feminina. só mulheres, nenhum homem (só eu que ficaria assiatindo.). Ser voyer. Ia ser o supra-sumo pra mim. Tá, é bem estranho, mas é algo que eu queria fazer!! Se vou conseguir realizar essa fantasia ou não eu não sei. Mas se conseguir, eu conto depois.

Depois do sexo, a religião. E esse assunto pra mim é um drama. Não que eu tenha algo contra religião, longe de mim, mas acho uma puta palhaçada alguém que eu não conheço ficar ditando regras para ir para o céu (que eu nem sei se existe...). Bom, eu fui crente por muito tempo, uns 7 anos e sempre ouvi que o homem e a mulher devem se casar virgens, porque Deus abençõa o matrimônio assim. Pois bem, um belo dia fico sabendo que quando a minha mãe se casou com o meu pai eu já existia a duas semanas dentro dela. Ela nem sabia ainda. Bomba!!! Tragédia!!! Na minha cabeça infantil e estreitada pela religião eu só pude deduzir uma coisa: se tranzar antes de casar é pecado, EU SOU O FRUTO DE UM PECADO!!! Pronto, passei o resto do tempo que eu fiquei na igreja me punindo de todas as formas para que Deus tivesse compaixão da minha pobre alma e me levasse pro céu. Eu pedi até pra morrer!! Até que um dia eu resolvi que não, eu não era isso e saí de lá. Comecei a buscar outras alternativas, outras religiões que me aceitassem como eu era e busquei muitas. Estudei espiritismo, budismo até chegar a uma com quem eu concordava plenamente. Era exatamente o que eu queria pra mim, ela me aceitava como eu sou: a Wicca. Não sou praticante (queria ter mais tempo pra isso) mas é a religião que me completa. É a primeira vez que assumo isso assim, publicamente. Minha família vai ficar chocada (60% é crente da Assembléia de Deus) mas eu tô pouco me lixando. Sério!). "Você pode me chamar de pecador ou pode me chamar de santo..."

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