sábado, 27 de junho de 2009

Aew, galera.
Gostaram do título? Pois é, se refere a mim. Mas não da forma como eu me vejo e sim como fui rotulado. Não que eu não goste, rs.
Onde eu trabalho há uma guerra constante em que você deve saber filtrar muito bem o que é necessidade e o que é uma tentava de migué. E as pessoas estão se especializando na segunda de forma assombrosa.
Então, no meu ponto de vista, só há duas formas de agir: ou você abre a mão ou você fecha.
Se for muito bonzinho, fodeu. As pessoas não querem nem saber se você pode ou não pode, a partir do momento em que você deixa elas “montarem” e acaba fazendo um ajuste por pena, mês que vém aí vem ela de novo e não te deixa em paz.
Sobra você ser ruim, o demônio, o coração de gelo e é assim que escolhi ser. E não só no trabalho.
Bonzinho só se fode, essa é a verdade.
Infelizmente, acaba estragando uns lados. Algumas pessoas acabam batendo de frente por você ser muito “radical” e se afastam e outras te “admiram” e te colocam num pedestal. É uma cinuca de bico quando você é um narcisista crônico e precisa das duas coisas.
Mas eu não ligo pro que os outros pensam.
A única opinião que me importa está a meu favor, então por que é que eu deveria me importar se os outros pensam que sou o diabo em forma de atendente?
O que acaba me entristecendo (raras vezes) é que você acaba tendo que ver todo mundo como alguém que na verdade quer te enganar e isso não é nada legal, mesmo que você tenha 99% de razão.
Precisava confessar isso.
Apesar de não usar, eu tenho um coração. Mas apenas poucos seletos vão conhecê-lo.
xxxNando

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