quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Ai, ai, que semana! E olha que ainda estamos na quarta feira!

Essa semana mal começou e já deu o que falar, coisas boas e ruins, é claro, mas que me levaram a uma coisa que eu não queria fazer. Confessar. Claro que você deve estar se perguntando "Mas não é isso que tu queria com esse blog?" Resposta: sim, mas não sobre esse assunto. Prefiria que ele continuasse apenas no meu diário (sim, eu tenho um diário), sabe aquele livro de segredos que você esconde debaixo do colchão? (o meu não fica debaixo do colchão). Bom, vamos começar do começo.

SEGUNDA-FEIRA:
Hoje me senti poderoso. Num determinado lugar que eu tenho que ir (e vou por prazer) todos os dias (exeto domingo) aconteceu uma coisa muito legal (pra mim). Num ambiente cheio de gente apareceu alguém desconhecido. Não o tipo que chama a atenção, mas também não o que não chama, o famoso "sem-sal". Pois bem, uma idéia doida me passou pela cabeça e eu resolvi fazer. Comecei a encarar. Seduzir mesmo. E não é que eu consegui? Só não levei tudo mais adiante e fiz o clima esquentar porque um amigo saiu com a seguinte frase: "Mas tu pediu mesmo a J... em casamento?". O efeito foi glacial...

Descobri que uma pessoa pra quem eu contei alguns dos meus segredos (alguns que eu nem contaria aqui) deu uma bela maquiada neles e espalhou por toda a fábrica onde eu trabalho. Fiquei puto, claro. Mas não por ela ter feito isso, e sim por ELA ter feito isso! Porque? Ok, ok, a confissão maior: eu tive um caso com ela. Sim é sério! Mas nunca falei disso pra ninguém (esse era o combinado) porque ela tem um namorado (chifrudo, coitado). Vou contar tudo. Já que é pra revelar segredos...

Logo que eu comecei lá eu já me declarei apaixonado por ela (isso não foi segredo) e ela não me deu bola. Pela frente dos outros. Quando ela começou a namorar o P..., nós ficamos pela primeira vez. Só uns beijos, mas foi. Ela disse que não podia largar do P... e eu não queria um compromisso sério. Ela me contava tudo da vida deles, incluindo da primeira vez dela com ele (horrível segundo ela. O cara não sabe nem... deixa pra lá) e depois disso nós chegamos aos "finalmente". Ela gozou três vezes. Disse que nunca tinha conseguido com o namorado (apesar de ele acreditar que sim). Comecei então a dar em cima de outra moça pra despistar um pouco, e eu comecei a gostar dela mesmo (tanto que a pedi em casamento meses depois).Chegou o dia em que eu ganhei um celular e resolvi dar o meu antigo pra ela, combinando dela dizer pra irmã e todo mundo que eu tinha vendido. Ela não fez isso. Falou pra todo mundo que eu dei. Vieram me perguntar e eu confirmei, não tinha nada a perder, o amarrado não era eu. Foi. Pouco depois ela me contou que na noite anterior o P... tinha dito "S..., vamos fazer uma coisa diferente?" "O que?" ela respondeu "Vira". Ele queria fazer anal. Isso a gente nunca fez e ela não deixou ele também. Quando ela achou que tava grávida quem fez o "exame" (apertar a barriga na altura do útero!!!!)? Eu. Quem ia pro Paraná com ela no final do ano? Eu de novo! Eu nunca falaria isso se não fosse obrigado. E agora estou sendo. Mas antes de falar porque, tem o segredo maior da S..., segredo esse que nem o P... sabe: ela, a família fazem parte do MST. Ela me contou depois de passar na TV uma notícia sobre uma invasão mal-sucedida e eu comentei que "se esse povo se organizasse mais...". Depois ela me disse que isso foi muito bem organizado, porque ELA ESTAVA LÁ quando organizaram. Disse que tem muito medo de que descubram aqui porque todos tem preconceito. Mas ela deveria ter pensado antes que quebrar o segredo das minhas coisas que eu poderia fazer o mesmo, apesar de não ser disso. Mas ela me obrigou...

TERÇA-FEIRA

Hoje descobri que tranzei com uma mulher (rícula pra caralho!!! Não achei "aquilo" no lixo, pô!) e que ela disse a bobagem de que meu p... tem 5 cm.... querida, isso nem com ele dormindo! Abre o olho porque essas coisas não se falam, tá arrombadinha? Ah, e se tu tivesse realmente ficado comigo (talvez se eu tiver drogado, sei lá) tu ia descobrir que é beeeeeeeeem mais do que isso...

Desculpe as pessoas de bem que estão sendo obrigadas a ler isso, mas não podia deixar de falar dessas "bestas" que só sabem falar, e falar e falar, mas provar que é bom...

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Desculpe, mas eu só descobri agora que não dá pra por música aqui. Mas vou descobrir um jeito, me aguardem. Putz!! Essa primeira foto esmagou o texto, que merda!!!
É triste mais tudo que é bom dura pouco e esse final de semana - ótimo por sinal - se foi.

Pois muito bem, conversando com algumas pessoas via MSN descobri o espanto e choque de muitas delas pela referência a Wicca. Felizmente outras não tiveram esse espanto e até já conheciam essa religião. Para quem não conhece, incluí um texto bem explicativo no final desse post.

Hoje falei com uma amiga e num determinado momento percebi que quase ninguém me leva a sério. Tá, eu sou um palhaço assumido, mas eu também falo sério!! espero convencer a J... que falei sério sobre casamento.

Bom, (o que eu ia falar mesmo?) amanhã é segunda (não é o que eu quero falar, mas enquanto não lembro...), já que eu não dormi ainda considero domingo ainda. Que merda, não lembrei...

Incluí hoje aqui a música de fundo "Like it or not" da Madonna, cuja tradução está no perfil do meu orkut e não está lá por acaso, gravado ao vivo em Londres (The Confession Tour).

E também hoje me perguntaram quem é a pessoa casada por quem eu me apaixonei. Gente, eu não posso dar esse tipo de informação por motivos óbvios, né? Nunca vou citar nomes aqui e se um dia fizer, não espere que sejam os nomes reais. Ética acima de tudo. Estou aqui expondo a minha vida, não a das pessoas que convivem comigo, certo?

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WICCA - Afinal, o que é isso?

(Imagem um e dois do filme "Jovens Bruxas", Columbia Filmes)
(Imagem quatro representação da Deusa grega Hécate, por quem eu tenho um interesse especial)


Wicca é uma religião neopagã, divulgada e denominada originalmente pelo funcionário público britânico Gerald Gardner. Embora essa fundação tenha ocorrido provavelmente na década de 1940, só foi revelada publicamente em 1954.
A palavra "Wicca" significa "girar, moldar", ou seja, girar o mundo ao nosso favor.
Desde sua fundação, várias tradições de Wicca evoluíram ou foram criadas. A tradição que segue os ensinamentos e práticas específicos, conforme estabelecidos por Gardner, é denominada
Tradição Gardneriana. Além dela, muitas outras Tradições de Wicca se desenvolveram e também existem muitos praticantes de Wicca que não pertencem a nenhuma Tradição estabelecida, mas criam a sua própria forma de culto aos Antigos Deuses, se denominando Bruxos Solitários.
É importante frisar que a Wicca não é uma
religião antiga, mas uma religião com bases antigas. A Wicca tem suas crenças fundadas no antigo Paganismo.
Embora sejam algumas vezes usadas como sinônimo, "Wicca" e "Bruxaria" são conceitos diferentes. A confusão se dá porque tanto os praticantes de Wicca quanto os de Bruxaria se denominam Bruxos. Da mesma forma, não devem ser confundidos os termos "Wicca" e "Paganismo", uma vez que a Wicca é apenas uma das expressões do paganismo.
A Wicca é uma religião iniciática, e pode ser praticada tanto de forma tradicional quanto de forma solitária. Nas formas tradicionais, os praticantes avançam através de "graus" pré-definidos de iniciação e geralmente trabalham em
covens ou círculos. Nas formas solitárias, os praticantes geralmente se auto-dedicam e auto-iniciam nas práticas da Wicca, e depois normalmente a praticam sozinhos. Algumas vezes, solitários são iniciados por outros sacerdotes ou sacerdotisas antes de estabelecerem sua prática.
Todas as formas de Wicca cultuam à
Deusa e ao Deus, variando porém o grau de importância dado ao culto de cada um deles.

Crenças e Práticas
Há diversas denominações (chamadas comumente de
Tradições) Wiccanas. Assim, há uma enorme quantidade de variações sobre as crenças e as práticas Wiccanas.
A prática Wiccana mais comum cultua duas Divindades, a
Deusa e o Deus, algumas vezes chamado de Deus Cornífero (Do latim, "o que porta cornos"), Deus Verde, Deus Caçador, Deus Criança, etc...
Algumas tradições, principalmente as denominadas
Tradições Diânicas, dão mais ênfase ao culto da Deusa, outras dão ênfase ao Deus e a Deusa como complementos de toda a criação, como no caso a Tradição dos Pentáculos. Em alguns casos, o Deus tem um papel diminuído. Alguns praticantes discordam dessa posição, dizendo não haver razão para realizar as celebrações ritualísticas mais importantes sem a presença das duas polaridades. Outros praticantes vêem a Deusa como o Todo, sendo assim o Deus apenas uma parcela da Deusa.
A maioria dos praticantes de Wicca no entanto, não se diz
dualista, mas politeísta, às vezes com referências a panteões específicos, como o celta, ou o grego. Alguns praticantes da Wicca poderiam ainda ser classificados, dependendo de sua Tradição ou crença pessoal, como animistas, panteístas, panenteístas, agnósticos, dentre outras de uma vasta faixa de possibilidades, mas nunca monoteísta. Os Panteões mais tradicionais na Wicca são os Europeus, por ter sido o berço da "Arte" ou da "Antiga Religião".
Os ritos da Wicca reverenciam a ligação da vida dos praticantes e das Divindades com a Terra. Essa reverência se expressa, principalmente, através de rituais cuja liturgia celebra as lunações e as mudanças das estações do ano.
Os praticantes de Wicca realizam rituais em honra à Deusa nas noites de Lua Cheia. Esses rituais são normalmente denominados
Esbats. Algumas tradições chamam também de Esbat rituais realizados nas demais fases da lua.
Estes ritos são celebrações onde se acredita que a Deusa Sábia desce até a Suma Sacerdotiza através do rito de "Puxar a Lua", sem tomar seu corpo, e através dela, revela sua sabedoria.
O culto à Deusa pode ser feito a um dos aspectos do divino feminino:
-A virgem, que representa a pureza feminina, o vigor, a inocência e a sedução (Lua Crescente);
-A mãe, fonte da vida e protetora (Lua Cheia);
-A anciã, velha e sábia, conhecedora dos maiores mistérios da vida e da morte (Lua Minguante);
-A ceifera, seu lado escuro e destruidor (lua negra).
Vale alertar que não há entidade que represente o "mal supremo" na Wicca. Todos os Deuses tem a polaridade bem/mal (você conhece uma pessoa 100% boa ou 100% ruim?) e a sabedoria para usar.
É prática corrente na maioria das tradições comemorar anualmente oito festivais sazonais, chamados de
Sabbats. Eles marcam a passagem do tempo no calendário solar e costumam seguir a seguinte ordem:
O ano se inicia em
Samhain, (Lê-se Soul-êim)quando o Deus, filho e consorte da Deusa, morre.
Depois ele nasce em
Yule do útero da Deusa;
Passa sua infância em
Imbolc, quando é alimentado pelo seio sagrado da Senhora Sábia que agora descansa do parto.
Em
Ostara, é a Deusa Renascida que vem trazendo sua força, ela é a Deusa Infante e ele o Jovem Caçador das Matas.
Em
Beltane, ele se une à Deusa Donzela, e com ela faz o Grande Rito.
Em
Litha, ele é o mais poderoso e implacável Senhor da Mata, e a Donzela já se tornou a Sacra Mãe.
Em
Lammas ele começa sua rota ao declíneo. Ele é o Deus da Magia, Cernunnos enquanto a Deusa segue seu trilhar para dar a luz novamente ao seu filho.
Em
Mabon, ele é o Grande Sábio Deus Verde e está se preparando para sua passagem, enquanto a Deusa começa sua resignação como mãe e mulher que sofre a já perda de seu Filho.
Volta a morrer em Samhain, realizando a grande espiral do renascimento, ou simplismente a Roda do Ano.
Quatro Sabbats, chamados Maiores por algumas tradições, celebram o auge das estações. São eles o Samhain (Outono), Beltane (Primavera), Imbolc (Inverno) e Lammas ou Lughnasadh (Verão). Os demais, chamados às vezes de Sabbats Menores, comemoram
Solstícios - Litha(Verão), Yule (Inverno) - e Equinócios – Ostara (Primavera) e Mabon(Outono).
Há uma grande controvérsia entre os praticantes brasileiros sobre qual a forma mais adequada de escolher as datas dos Sabbats. Vários deles defendem que os Sabbats sejam comemorados nas mesmas datas em que isso é feito no Hemisfério Norte (por exemplo, Yule em Dezembro), enquanto outros defendem a comemoração nas datas em que as estações ocorrem no Hemisfério Sul (Yule em Junho). Praticantes australianos, argentinos, porto-riquenhos, africanos-do-sul e uruguaios comemoram, em sua grande maioria, as datas do Hemisfério Sul.
Alguns chamam a Wicca de religião da Deusa, porque enxergam na Deusa a totalidade. Outros contestam esta afirmação, crendo que em nenhum momento isso se torna verídico, pois a Deusa, por mais poderosa e onipotente que seja, realiza a "Descida" até o Deus do Sub-Mundo, e apenas lá recebe, por intermédio das provações, o conhecimento que precisa para se tornar plena (mitema iniciático). Assim, a Deusa não está completa sem o Deus, nem para portar o conhecimento, nem para realizar o Grande Rito da criação universal, pois apenas dois opostos podem se unir e criar de sua união o Tudo. Há vertentes de Wicca que consideram a Deusa completa em si mesma e outras que enfatizam a crença e culto na polaridade. Não há posturas certas, nem erradas, ambas expressam crenças diversas dentro da mesma religião e cada praticante escolhe a de sua preferência.
Alguns praticantes se reúnem em grupos, denominados
Covens, Círculos, Família, Groves ou Clãs, que se diferem em número de participantes, ligação íntima dos praticantes ou até mesmo práticas de Tradições irmãs, enquanto outros trabalham sozinhos e são chamados de "solitários". Alguns solitários, no entanto, se reúnem em "encontros", círculos de estudo ou círculos abertos e outros eventos comunitários como o ESP, o PNT ou EAB (eventos públicos para pagãos), mas reservam suas práticas espirituais (Sabbats, Esbats, feitiços, culto, etc.) para quando estão sozinhos. Alguns praticantes trabalham em comunidade sem necessariamente fazer parte de um Coven.
É usual que os ritos praticantes sejam realizados no interior de um
círculo mágico, que é traçado de forma ritual, após a limpeza e consagração do local, que em geral é realizado em casa ou pequenos espaços como quartos, salas ou quintais. Preces ao Deus e à Deusa são proferidas, a evocação dos Guardiães dos pontos cardeais é realizado e muitas vezes são feitos feitiços adequados ao rito em condução (o qual é o ponto focal da celebração) e então é realizado o Cone de Poder, que concentra e envia as energias do círculo até o objetivo almejado por todos. Ao final, é tradicional a partilha de pão e vinho.
Alguns ritos esquecidos da prática Wiccana estão em acensão novamente, como os ritos de honra e homenagens ao ancestrais e os ritos de passagem, como o banho de prata, o Handcliff, o HandFasting, entre outros.
A maioria dos wiccanos usa um conjunto de instrumentos de altar em seus rituais. Esses instrumentos incluem, dentre infinitos outros, vassouras, caldeirões, cálices, bastões, athames (um espécie de adaga ou punhal, que não é usado para sacrifícios de qualquer espécie), facas (bolline, usada para cortar ervas, flores, e gravar símbolos e velas), velas, incensos, etc. que simplesmente representam os quatro elementos primordiais: Ar, Agua, Fogo e Terra. Representações da Deusa e do Deus são também comuns, seja de forma direta, representativa, simbólica ou abstrata, e são mais usados os símbolos do Cálice para a Deusa, que é o símbolo de seu últero, e o Athame para o Deus, que é a representação de seu falo. Os instrumentos são apenas isso, instrumentos, e não têm poderes próprios ou inerentes. Apesar disso, são normalmente dedicados ou "carregados" com um propósito específico e usados apenas nesse contexto. É considerado extremamente rude tocar os instrumentos de um bruxo ou bruxa sem sua permissão.
O pentáculo - um pentagrama, estrela de cinco pontas, inscrito em um círculo - é um dos símbolos mais utilizados por praticantes para representar sua fé. Normalmente utilizado "de cabeça para cima", é usado para representar 5 elementos componentes da natureza.
Os quatro elementos clássicos - terra, ar, água e fogo - mais o espírito (às vezes chamado de akasha ou éter). Muitos Gardnerianos, no entanto, contestam essa atribuição.
Os praticantes acreditam que cada um deve cultuar a(s) divindade(s) à sua própria maneira. Sem imposições ou leis escritas, mas com consciência em relação à cidadania, à auto-estima e à preservação ambiental, repudiando qualquer forma de preconceito, o proselitismo e incentivando a igualdade de gênero e a liberdade sexual.
A Wicca tem, como leis comuns, a
Lei Tríplice, que dita a regra: "tudo o que fizeres voltará em triplo de volta para ti" e a Wiccan Rede que dita: "Faça o que quiseres, desde que nada nem ninguem prejudiques". A primeira ilustra bem a importância do número 3 em sua filosofia, também exemplificada nos aspectos da Deusa-mãe (virgem, mãe e anciã), e nos tres graus iniciéticos de algumas tradições.

Alta sacerdotisa
Alta sacerdotisa é no entendimento da Wicca geralmente uma mulher que já alcançou o terceiro grau dentro de um coven. Em muitos covens, a Alta Sacerdotisa é a autoridade mais importante lá dentro, onde é dito que sua palavra é lei.
São papéis de uma Alta Sacerdotisa:
- Treinar outras bruxas na senda mística destinada à mulheres;
- Servir como conselheira e mediadora;
- Representar a Deusa nos rituais;
- "Puxar a Lua para baixo";

O que a Wicca não é
Os praticantes da Wicca:
-Não acreditam nem adoram o que os Cristãos conhecem como
Satã ou Demônio;
-Não sacrificam animais ou seres humanos em seus ritos;
-Não odeiam ou desprezam os Cristãos, a
Bíblia, Jesus Cristo, os Islâmicos, o Alcorão, Maomé ou qualquer outra expressão religiosa. Ao contrário, advogam o direito à plena liberdade de expressão religiosa para todas as pessoas, independente de credo ou denominação;
-Não são sexualmente anticonvencionais (embora o respeito à diversidade, inclusive a sexual, seja um valor importante para eles);
-Não encorajam o abuso de drogas e orgias sexuais durante seus ritos privados ou públicos
-Não são cristãos, islâmicos, judaicos ou praticantes de qualquer outra religião monoteísta.
Além disso:
-Todos os praticantes de Wicca são neo-pagãos, mas nem todos os neo-pagãos são praticantes de Wicca.
-Todos os praticantes de Wicca são bruxos, mas nem todos os bruxos são praticantes de Wicca.
Aí está. Só não entende agora quem não quer.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Cara, como é que pode?


Hoje passei o dia inteiro pendurado na internet (Orkut, MSN) e depois da meia-noite comecei a falar com alguém que me lembrou um episódio ocorrido a três semanas. Estava eu falando com essa mesma pessoa pelo msn, pela primeira vez e eu nunca tinha falado muito com ela pessoalmente, enfim, adicionei e chamei. O papo foi rápido, falamos sobre trabalho, mas no outro dia quando eu encontrei essa pessoa no ônibus eu morri de vergonha de encarar. Por quê? Eu até agora não entendi. Respondi ao "bom dia" com um "oi" beeeeeeeeem tímido porque eu estava me sentindo como se... como se... ah, sei lá! Que estranho!!!


Reencontrei mais algumas vezes e hoje ficamos falando de novo. Não, eu sou muito doido, mesmo!! Acho que preciso procurar um psiquiatra. E logo!!!


Ah, pois é! E a minha prima leu esse blog e ficou chocadíssima, coitada. "Tu é bruxo! Tu vai pro inferno!". E eu que tinha acabado de conversar com ela expondo minha opinião sobre religião e frizado que o que me deixa com mais nojo de ALGUNS crentes é que eles querem te converter de qualquer forma. Sinceramente, esperava um pouco mais de respeito da parte dela. afinal, o próprio deus (a letra minúscula foi proposital) concedeu livre arbítrio, né? (Apesar de que, ele te ameaça de arder pra sempre se você não seguir o que ele quer... Vai entender.) Mas eu perdoo ela.


Como dizem os franceses, c'est la vie...


Ah, olha só que linda essa foto que eu roubei (essa é a palavra mesmo, ou seria furtei?)de um album do orkut:
Tirada pelo Amarelinho (revelação em fotografia hehehe). Achei tão linda que eu tinha que colocar ela aqui. Como ele mesmo diz no Orkut: "A natureza faz espetáculos de cores"

Bom, da última vez que eu entrei aqui tinha botado um logotipo com a minha foto que ficou muito legal quando eu estava fazendo, aqui... sei lá, eu tentei.

Muito bem. Na noite de quinta pra sexta eu fiquei fazendo hora extra onde eu trabalho e contei pra uma grande amiga uma coisa que me aconteceu a pouco mais de um ano e que mexeu muito comigo: o encontro do amor. Foi assim. Eu conheci uma pessoa num lugar que eu trabalhei e fiquei louca e perdidamente apaixonado por ela. Foi terrível porque eu não conseguia controlar o meu sentimento e eu tinha, porque a pessoa era casada. Passei dois meses tentando mas não consegui. Um dia escrevi uma carta me confessando e entreguei. Fui muito bem tratado e - descaratdo na primeira oportunidade com uma desculpa esfarrapadíssima. Mas eu entendi o lado dessa pessoa. E, ainda hoje, um ano depois, eu ainda continuo amando muito esse alguém. tenho tentado esquecer (minha vida precisa seguir) mas tá sendo muito mais difícil do que eu imaginava que seria. Enfim, ontem eu pedi uma moça que trabalha comigo em casamento (!). Loucura, loucura, loucura... Mas quem sabe assim, né?

Não sei se um dia esse alguém vai ler isso, mas não me importa. Mesmo assim, H... eu continuo te amando. Sempre, e sempre, e sempre...

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Olá, meu segundo post aqui. Queria ter feito isso antes, mas como não tenho computador próprio ainda (mas vou ter, acabei de ganhar um).
Bom, hoje vou confessar uma coisa mais ou menos chocante. Bom, todo mundo tem suas loucuras, né, eu eu não sou diferente (por que seria?). O fato é que, como muita gente, eu também tenho certas fantasias. Resolvi confessar aqui depois de ler um trecho de "cem escovadas antes de ir para a cama". Como você pode ver no meu orkut eu não tenho nada contra homosexualismo (o que não me torna gay, que fique bem claro) e uma das minhas fantasias erótica tem justamente a ver com isso: queria poder assistir uma suruba feminina. só mulheres, nenhum homem (só eu que ficaria assiatindo.). Ser voyer. Ia ser o supra-sumo pra mim. Tá, é bem estranho, mas é algo que eu queria fazer!! Se vou conseguir realizar essa fantasia ou não eu não sei. Mas se conseguir, eu conto depois.

Depois do sexo, a religião. E esse assunto pra mim é um drama. Não que eu tenha algo contra religião, longe de mim, mas acho uma puta palhaçada alguém que eu não conheço ficar ditando regras para ir para o céu (que eu nem sei se existe...). Bom, eu fui crente por muito tempo, uns 7 anos e sempre ouvi que o homem e a mulher devem se casar virgens, porque Deus abençõa o matrimônio assim. Pois bem, um belo dia fico sabendo que quando a minha mãe se casou com o meu pai eu já existia a duas semanas dentro dela. Ela nem sabia ainda. Bomba!!! Tragédia!!! Na minha cabeça infantil e estreitada pela religião eu só pude deduzir uma coisa: se tranzar antes de casar é pecado, EU SOU O FRUTO DE UM PECADO!!! Pronto, passei o resto do tempo que eu fiquei na igreja me punindo de todas as formas para que Deus tivesse compaixão da minha pobre alma e me levasse pro céu. Eu pedi até pra morrer!! Até que um dia eu resolvi que não, eu não era isso e saí de lá. Comecei a buscar outras alternativas, outras religiões que me aceitassem como eu era e busquei muitas. Estudei espiritismo, budismo até chegar a uma com quem eu concordava plenamente. Era exatamente o que eu queria pra mim, ela me aceitava como eu sou: a Wicca. Não sou praticante (queria ter mais tempo pra isso) mas é a religião que me completa. É a primeira vez que assumo isso assim, publicamente. Minha família vai ficar chocada (60% é crente da Assembléia de Deus) mas eu tô pouco me lixando. Sério!). "Você pode me chamar de pecador ou pode me chamar de santo..."

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Confissões

Bom, esse é o meu primeiro poste aqui, no blog. Estou muito nervoso por isso aqui porque será a minha página de confissões, de coisas que eu nunca havia falado antes PRA NINGUÉM talvez uma ou duas pessoas, mas nunca pra deixar assim, aberto pra qualquer um ler. Mas isso também me excita. Sempre tive a impressão de que a minha vida chama a atenção dos outros, sempre as pessoas queriam saber mais sobre o Fernando. QUEM É FERNANDO? O QUE ELE FAZ DA VIDA? A minha resposta é simples: eu não sei. Parece mentira, mas nem mesmo eu sei ainda completamente quem é essa pessoa que escreve agora. Um louco? Um mito? Não sei. A cada dia que passa eu descubro coisas sobre mim que eu nem mesmo sabia.
É claro que você deve estar pensando que eu estou imitando alguém com isso, usando por exemplo um nome que lembra a última turnê das Madonna (que por sinal está maravilhosa!!!) e eu digo que você está certo. Me inspirei sim nessa turnê. Com o tempo vou conseguir me abrir de verdade aqui, não que eu esteja mentindo, jamais farei isso aqui.
Depois que você me conhecer como eu realmente sou eu espero que tenha aprendido uma lição que eu tive de engolir: não julgue ninguém, nunca. Se você julga alguém é porque tem inveja que essa pessoa tem coragem de fazer algo que você não tem. Isso eu aprendi sozinho, invejando...
Bom, começamos...